quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Esclerodermia IV

Propostas de Tratamento
Segundo Dr. Valério Santini, há alternativas de tratamentos medicamentosos, através de substâncias vasoativas, antiinflamatórios, drogas que modifiquem o colágeno, imunossupressores.

Entretanto, de acordo com a Scleroderma Foundation do estado de Minessota, atualmente não existem tratamentos comprovados, ou cura para algumas das formas de Esclerodermia. Há tratamentos efetivos para alguns sintomas, principalmente os relacionados ao tipo difuso. Há algumas terapêuticas sendo experimentadas que se mostram promissoras, como o transplante de medula óssea.

A SBR partilha da opinião de que não há ainda nenhuma cura conhecida para Esclerodermia e que nenhum tratamento capaz de alterar o curso global da doença foi cientificamente provado. No entanto, "a substância D-penicillamina tenha se mostrado de algum valor neste aspecto", publica.

Além disso, alguns tratamentos "órgãos-específicos" têm se mostrado efetivos para Esclerodermia, como o uso de bloqueadores do canal de cálcio para a Síndrome de Raynaud e as drogas anti-hipertensivas para a lesão renal e hipertensão arterial.

Os sintomas do tubo digestivo, em especial a esofagite de refluxo causada pela esclerodermia, podem ser controlados com antiácidos e outras substâncias, como a ranitidina. "Alguns antibióticos, dietas especiais e medicamentos podem melhorar a absorção de nutrientes em pacientes com comprometimento intestinal", complementa a SBR.

As dores músculo-esqueléticas podem ser controladas com antiinflamatórios não hormonais, como, piroxicam, indometacina, diclofenacos, etc. A reabilitação, através de fisioterapia, é fundamental para a qualidade de vida dos pacientes com esclerodermia.

A SBR alerta para o fato que, como os reumatologistas são treinados especialmente nas doenças autoimunes, como a Esclerodermia, seu papel é fundamental no diagnóstico e tratamento desta doença. "Como muitos órgãos são acometidos, há necessidade de um especialista que esteja atualizado nas características das doenças imunológicas, assim como na avaliação generalista desta patologia", conclui a SBR.
Fonte:
http://group.msn.com

2 comentários:

direitinho disse...

Olá! Bom dia
Gostei de ler estes seus trabalhos sobre uma doença diferente das demais e com bastante dificuldade nos tratamentos.
Quanto mais se avança no campo da ciência e da química parece que sempre estamos longe da cura de certas doenças que aos poucos vão matando o corpo e dilacerando a alma de quem delas sofre.
É preciso coragem e também um pouco de Fé em Deus para suportar aquilo que de todo não conseguimos esquecer e deixar de lado. Estas doenças deixam-me a pensar como sou tão pequenino neste universo.
O que procurar quando a ciência já não nos dá resposta nem cura....?
Continuo na esperança de melhores dias e através da Luz Divina tudo será possível.
Vamos ter Fé e orar a Deus amando-O acima de todas as coisas boas ou más nas nossas vidas.
Vamos esperar d´Ele a cura do corpo e da alma.

BETE disse...

Drª Êidina Queiroz
gostariade tiraruma dúvida, tenho a Esclerodermia, desde os 15anos hoje tenho 34 anos, sou mãe e gostaria de saber se posso tomar anticoncepcional, ou se não devo tomar devido ao hormonio será queisto é prejudicial.