PARA TODOS
Amigos e Visitantes
Vou ficar alguns dias sem participar deste Blog, ficarei internada dos dias 29\30 ate 05\11,se tudo correr bem e mais alguns dias em recuperação.
Aos amigos, que quiserem noticias, liguem para o celular.
Até breve.
domingo, 27 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
CONTROLE DA GLICEMIA
CANELA COMO SUPLEMENTO ALIMENTAR PODE AUXILIAR NO CONTROLE DA GLICEMIA EM DIABÉTICOS
O controle do açúcar no sangue (glicemia) é um dos principais objetivos a ser alcançado no tratamento da diabete tipo II. A glicemia elevada influencia o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que é uma das principais complicações da diabete. As estratégias utilizadas até agora para controlar a glicemia incluem o uso de fármacos, intervenções no estilo de vida e modificações na alimentação.
Apesar de alguns estudos apontarem uma série de suplementos naturais como benéficos para o tratamento da diabete, o uso desses suplementos não é recomendado pela Associação Americana de Diabete devido à insuficiência de evidências clínicas mostrando a sua eficácia. Estudos recentes, entretanto, estão suprindo esta insuficiência. A maior parte deles tem concentrado suas atenções na canela (Cinnamomum cássia), ingrediente alimentar natural muito antigo e comum em todo o mundo.
No último mês de setembro foi publicada na revista científica Annals of Family Medicine uma pesquisa que utilizou como metodologia a metanálise, que consiste do agrupamento e análise de resultados de diferentes estudos abordando o mesmo tema. A avaliação dos resultados em grupo geralmente confere mais consistência às conclusões.
Esta metanálise agrupou 10 ensaios clínicos randomizados que comparavam grupos de pacientes diabéticos que ingeriram canela em pó ou em cápsulas versus diabéticos que não ingeriram. Em um período que variou, conforme o estudo, de 4 a 18 semanas de tratamento, os pacientes que ingeriram canela tiveram uma redução significativa da glicemia. Além disso, apresentaram uma melhora no perfil lipídico, com uma redução do colesterol total, triglicerídeos e LDL (colesterol ruim) e um aumento no HDL (colesterol bom).
Esses efeitos têm sido atribuídos ao princípio ativo da canela (cinamaldeído), que agiria em diferentes fases da regulação do principal controlador fisiológico da glicemia, o hormônio insulina, melhorando a eficiência da secreção e da ação deste hormônio nas células. A consequência dessa maior eficiência é uma redução do açúcar no sangue e uma melhora no padrão das gorduras circulantes.
Os pesquisadores salientam que o uso de 1 a 6 gramas por dia de canela (uma colher de chá contém aproximadamente 3 gramas) na alimentação pode ser um auxiliar no tratamento da diabete, sem ser, no entanto, um substituto da medicação prescrita pelo médico.
domingo, 20 de outubro de 2013
DEPRESSÃO - ACUPUNTURA
ACUPUNTURA PODE AUXILIAR NO TRATAMENTO DA DEPRESSÃO
Depressão é uma doença que afeta um grande número de pessoas de todas as idades no mundo todo. As principais manifestações da doença são relacionadas a alterações do humor, podendo a pessoa apresentar uma série de sintomas em diferentes intensidades. Caracteriza-se por uma sensação de desânimo (disforia) na maior parte dos dias, normalmente acompanhada por um sofrimento mental e uma incapacidade de sentir prazer (anedonia), com uma perda de interesse generalizada pelas coisas. Alguns dos sintomas mais comuns podem ser a irritabilidade, problemas de sono (insônia ou dormir demais), alterações do apetite (ganho ou perda de peso), cansaço e falta de energia, dificuldades de concentração, sensação de culpa, desesperança, baixa autoestima, pensamentos repetidos de morte ou suicídio.
A depressão pode ser tratada com medicamentos e/ou psicoterapia. Alguns aspectos relacionados ao estilo de vida podem contribuir para o tratamento, como exercícios físicos regulares, alimentação adequada e evitar álcool e drogas. Uma abordagem que pode ser complementar ao tratamento é a acupuntura, porém, estudos prévios com o uso da acupuntura foram inconclusivos devido a limitações metodológicas.
Pois no final de setembro foi publicada uma nova pesquisa na revista científica PLOS Medicine, mais consistente e que supera as limitações metodológicas anteriores. Trata-se de um ensaio clínico randomizado que comparou:
· acupuntura + cuidado padrão
· psicoterapia + cuidado padrão
· cuidado padrão exclusivamente
em pacientes com depressão. Os que receberam acupuntura e psicoterapia continuaram recebendo o tratamento medicamentoso usual do cuidado padrão.
Os resultados evidenciam que tanto a acupuntura como a psicoterapia estão independentemente associadas a uma redução dos sintomas de depressão a curto e médio prazo, quando comparados com o cuidado padrão, não apresentando efeitos adversos relevantes.
Os pesquisadores salientam que estas duas alternativas terapêuticas não substituem a abordagem farmacológica convencional, sendo, no entanto, ótimos auxiliares no tratamento da depressão.
domingo, 13 de outubro de 2013
DOENÇAS AUTO IMUNES E O SISTEMA NERVOSO
DOENÇAS AUTO IMUNES E O SISTEMA NERVOSO
O sistema imunológico pode produzir, por engano, anticorpos contra proteínas do sistema nervoso, da própria pessoa, confundindo-as com elementos estranhos ao nosso corpo, como por exemplo, partículas virais.
Poderá haver, então, lesão inflamatória no tecido nervoso, neurite, se no nervo, radiculite, se na raiz nervosa, mielite, se na medula espinhal e encefalite, se no encéfalo (cérebro, cerebelo e tronco encefálico).
Síndrome de Guillan-Landry-Barrè se forem atacadas as raízes nervosas motoras, causando paralisia ascendente, que pode comprometer desde os membros inferiores, até os músculos respiratórios e faciais.
Outra doença auto-imune, é a Esclerose múltipla, quando é atacada a mielina da substância branca. Esta doença se apresenta, geralmente, em surtos. Os surtos costumam se repetir, podendo ocorrer lesões no cérebro, no cerebelo, na medula espinhal, nos nervos ópticos (visão), nos nervos trigemio (sensibilidade da face) e nos nervos auditivos.
A esclerose múltipla piora no calor, porque o mesmo facilita a entrada dos anticorpos no tecido do sistema nervoso central.
O lúpus, doença inflamatória que ataca vários tecidos do corpo, por auto –anticorpos, pode causar a encefalite lúpica.
De modo geral, quem tem doença auto imune, deve evitar certas vacinas, bem como uso de materiais no corpo, que possam aumentar a produção de anticorpos. Pelo mesmo motivo, os cuidados para evitar contato com agentes infecciosos deverão ser redobrados.
Outro forte motivo para se proteger dos agentes infecciosos, é que o tratamento, muitas vezes, enfraquece as defesas do corpo contra as infecções.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
PENFIGÓIDE BOLHOSO
PENFIGÓIDE BOLOSO
O que é?
Penfigóide bolhoso é uma doença de pele, autoimune, caracterizada pela presença de grandes bolhas na pele, avermelhadas, que não se rompem facilmente. Não se sabe exatamente quais são as causas do surgimento destas bolhas, mas existem relatos do seu aparecimento após a exposição à radiação ultravioleta, radioterapia ou após o uso de determinados medicamentos.
Sintomas
Os sintomas do penfigoide bolhoso são:
Bolhas ligeiramente avermelhadas que surgem na pele, acompanhadas de coceira, que quando se rompem, apesar de muito dolorosas, não deixam cicatrizes.
Estas bolhas podem afetar todo o corpo, mas são mais frequentes nas regiões de dobras, como na virilha, cotovelos e joelhos.
Diagnóstico
Para o diagnóstico do penfigoide bolhoso, o médico dermatologista deverá observar atentamente a região, e, se necessário, solicitar exames complementares, como biópsia.
Tratamento
O tratamento para penfigoide bolhoso é feito com medicamentos anti-inflamatórios corticosteróides, ou imunossupressores. O tempo de duração da doença varia de pessoa para pessoa, podendo levar semanas, meses ou anos. Apesar de não ser uma doença de fácil resolução, o penfigoide bolhoso tem cura, e esta pode ser alcançada com a combinação de medicamentos orais e tópicos, sempre indicados pelo médico dermatologista.
O que é?
Penfigóide bolhoso é uma doença de pele, autoimune, caracterizada pela presença de grandes bolhas na pele, avermelhadas, que não se rompem facilmente. Não se sabe exatamente quais são as causas do surgimento destas bolhas, mas existem relatos do seu aparecimento após a exposição à radiação ultravioleta, radioterapia ou após o uso de determinados medicamentos.
Sintomas
Os sintomas do penfigoide bolhoso são:
Bolhas ligeiramente avermelhadas que surgem na pele, acompanhadas de coceira, que quando se rompem, apesar de muito dolorosas, não deixam cicatrizes.
Estas bolhas podem afetar todo o corpo, mas são mais frequentes nas regiões de dobras, como na virilha, cotovelos e joelhos.
Diagnóstico
Para o diagnóstico do penfigoide bolhoso, o médico dermatologista deverá observar atentamente a região, e, se necessário, solicitar exames complementares, como biópsia.
Tratamento
O tratamento para penfigoide bolhoso é feito com medicamentos anti-inflamatórios corticosteróides, ou imunossupressores. O tempo de duração da doença varia de pessoa para pessoa, podendo levar semanas, meses ou anos. Apesar de não ser uma doença de fácil resolução, o penfigoide bolhoso tem cura, e esta pode ser alcançada com a combinação de medicamentos orais e tópicos, sempre indicados pelo médico dermatologista.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
DOENÇA DE GRAVES (pronuncia-se Grive)
O que é Doença de Graves?
O objetivo do tratamento é controlar a hiperatividade da glândula tireoide. Betabloqueadores, como propranolol, são geralmente usados para tratar sintomas como frequência cardíaca acelerada, sudorese e ansiedade até que o hipertireoidismo seja controlado. O hipertireoidismo é tratado com um ou mais dos seguintes medicamentos:
Rouquidão devido a lesões nos nervos laríngeos
Baixos níveis de cálcio devido a lesões nas glândulas paratireoides (localizadas perto da glândula tireoide)
Cicatriz no pescoço
Problemas oculares (oftalmopatia de Graves ou exoftalmia)
Frequência cardíaca acelerada
Insuficiência cardíaca congestiva (especialmente em idosos)
Fibrilação atrial
Crise de tireoide (tempestade tireotóxica), uma intensa piora dos sintomas da tireoide superativa.
Maior risco de desenvolver osteoporose, se o hipertireoidismo estiver presente por um longo período
Se a dose do hormônio não for suficiente, os sintomas do hipotireoidismo, como cansaço, ganho de peso, colesterol alto, depressão, lentidão física e outros podem aparecer
Se houver superdosagem, os sintomas do hipertireoidismo voltarão.
Sinônimos: Doença de Basedow-Graves, bócio difuso tóxico
A doença de Graves é um transtorno autoimune que leva à superatividade da glândula tireoide (Hiprtireoidismo).
Causas
A glândula tireoide é um órgão importante do sistema endócrino. Ela encontra-se na parte da frente do pescoço, logo abaixo da laringe. Essa glândula produz os hormônios tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3), que controlam o metabolismo do corpo. O controle do metabolismo é crucial para regular o humor, o peso e os níveis de energia mental e físico.
Se o corpo produz hormônios da tireoide em excesso, esse distúrbio é chamado hipertireoidismo. (Uma tireoide inativa causa o hipotireoidismo.)
A doença de Graves é a causa mais comum de hipertireoidismo. É causada por uma resposta anormal do sistema imunológico que leva a tireoide a produzir hormônios em excesso. A doença de Graves é mais comum em mulheres acima dos 20 anos. No entanto, a doença pode se manifestar em qualquer idade e atingir homens também.
Exames
O exame físico mostra uma frequência cardíaca acelerada. Um exame do pescoço pode revelar um aumento da glândula tireoide (bócio).
Outros exames incluem:
- Exames de sangue para medir os níveis de TSH, T3 e T4 livre
- Ingestão de iodo radioativo
Essa doença também pode afetar os resultados dos seguintes exames:
- TC de órbitas ou ultrassonografia
- Imunoglobulina estimulante da tireoide (TSI)
- Anticorpos antiperoxidase tireoidiana (TPO)
- Anticorpos antirreceptores de TSH
O objetivo do tratamento é controlar a hiperatividade da glândula tireoide. Betabloqueadores, como propranolol, são geralmente usados para tratar sintomas como frequência cardíaca acelerada, sudorese e ansiedade até que o hipertireoidismo seja controlado. O hipertireoidismo é tratado com um ou mais dos seguintes medicamentos:
- Medicamentos antitireoidianos
- Iodo radioativo
- Cirurgia
Caso a tireoide seja removida com cirurgia ou destruída por radiação, será preciso repor os hormônios com comprimidos pelo resto da vida.
Alguns dos problemas oculares relacionados à doença de Graves melhoram quando o hipertireoidismo é tratado com medicamentos, radiação ou cirurgia. O iodo radioativo pode, às vezes, piorar os problemas oculares. Os problemas oculares são piores em pessoas que fumam, mesmo após a cura do hipertireoidismo.
Às vezes, é preciso prednisona (um medicamento esteroide que inibe o sistema imunológico) para reduzir a irritação e o inchaço ocular.
Pode ser necessário tapar os olhos à noite para que não sequem. Óculos escuros e colírios podem ser necessários para reduzir a irritação. Raramente, cirurgia ou radioterapia (diferente de iodo radioativo) podem ser necessárias para que os olhos voltem à posição normal.
Expectativas
A doença de Graves geralmente responde bem ao tratamento. No entanto, a cirurgia da tireoide ou o iodo radioativo geralmente causarão o hipotireoidismo. Caso a reposição hormonal não seja feita da forma correta, o hipertireoidismo pode causar:
- Depressão
- Lentidão física e mental
- Ganho de peso
Medicamentos antitireoidianos também podem causar sérios efeitos colaterais.
Complicações possíveis
domingo, 8 de setembro de 2013
FEBRE FAMILIAR DO MEDITERRÂNEO
A febre familiar do Mediterrâneo (FFM)
O que é?
consiste em uma rara doença genética recessiva, que se caracteriza por surtos recorrentes de febre, juntamente com dores abdominais e/ou torácicas e/ou dores e inchaço das articulações.
Esta patologia acomete em especial indivíduos originários do Mediterrâneo e Oriente Médio, como judeus, árabes, turcos, armênios, libaneses, gregos e italianos, embora existam relatos de casos em indivíduos provenientes de outros lugares.
Pesquisas evidenciaram que a FFM é resultante de um defeito genético no cromossomo 16. Apesar de ainda não ser conhecido o mecanismo pelo qual esta mutação leva à FFM, existe a hipótese de que os indivíduos portadores desta patologia não sintetizam a proteína pyrin e, portanto, respostas inflamatórias não são reguladas.
Tipicamente, as manifestações clínicas desta doença surgem na infância, sendo que em 90% dos casos, manifestam-se antes dos 18 anos de idade. Os sinais e sintomas são apontados coletivamente como ataques. As manifestações clínicas mais frequentes são essas abaixo:
Sintomas:
- Febre súbita, que varia de 37,8°C a 40°C;
- Dor abdominal, apresentando todos os sinais de peritonite e de dor aguda como no caso de apendicite;
- Inchaço nas articulações;
- Problemas intestinais, sendo, normalmente, constipação seguida por diarreia;
- Mialgia;
- Dores torácicas, devido à presença de pleurite e pericardite;
- Dor no escroto, que ocorre em cerca de 5% dos casos em decorrência da inflamação da túnica vaginal.
- A ocorrência dos ataques é esporádica, embora alguns portadores desta doença relatem que atividades físicas intensas e estresse precipitam seus ataques.
Não existe um teste específico para diagnosticar a FFM. O diagnóstico é feito com base no histórico de ataques típicos, principalmente em indivíduos provenientes do Mediterrâneo e do Oriente Médio ou descendentes dos mesmos. Exames se sangue realizados durante os ataques podem evidenciar um aumento de certos marcadores que apontam uma condição inflamatória em seu organismo. Também existe a opção do teste genético; contudo, esses testes não avaliam para todas as mutações genéticas associadas à doença.
Até o momento não existe cura para a FFM. O tratamento mais eficaz para esta doença é feito com o uso da colchicina, medicamento utilizado para evitar a recorrência dos ataques. Este fármaco auxilia na redução da inflamação. Uma pequena parcela dos pacientes (5-10%) não responde ao tratamento exclusivo com a colchicina, devendo esta ser associada à anakinra.
O que é?
consiste em uma rara doença genética recessiva, que se caracteriza por surtos recorrentes de febre, juntamente com dores abdominais e/ou torácicas e/ou dores e inchaço das articulações.
Esta patologia acomete em especial indivíduos originários do Mediterrâneo e Oriente Médio, como judeus, árabes, turcos, armênios, libaneses, gregos e italianos, embora existam relatos de casos em indivíduos provenientes de outros lugares.
Tipicamente, as manifestações clínicas desta doença surgem na infância, sendo que em 90% dos casos, manifestam-se antes dos 18 anos de idade. Os sinais e sintomas são apontados coletivamente como ataques. As manifestações clínicas mais frequentes são essas abaixo:
Sintomas:
- Febre súbita, que varia de 37,8°C a 40°C;
- Dor abdominal, apresentando todos os sinais de peritonite e de dor aguda como no caso de apendicite;
- Inchaço nas articulações;
- Problemas intestinais, sendo, normalmente, constipação seguida por diarreia;
- Mialgia;
- Dores torácicas, devido à presença de pleurite e pericardite;
- Dor no escroto, que ocorre em cerca de 5% dos casos em decorrência da inflamação da túnica vaginal.
- A ocorrência dos ataques é esporádica, embora alguns portadores desta doença relatem que atividades físicas intensas e estresse precipitam seus ataques.
Não existe um teste específico para diagnosticar a FFM. O diagnóstico é feito com base no histórico de ataques típicos, principalmente em indivíduos provenientes do Mediterrâneo e do Oriente Médio ou descendentes dos mesmos. Exames se sangue realizados durante os ataques podem evidenciar um aumento de certos marcadores que apontam uma condição inflamatória em seu organismo. Também existe a opção do teste genético; contudo, esses testes não avaliam para todas as mutações genéticas associadas à doença.
Assinar:
Postagens (Atom)
