O COLESTEROL
As gorduras do sangue - os lipídios - são compostos principalmente pelo Colesterol, o HDL Colesterol (chamado de o bom colesterol), o LDL Colesterol (chamado de o mau colesterol) e os Triglicerídios.
A Associação Médica Americana insiste em que os níveis de colesterol normais se situem abaixo de 200 mg % e que o HDL Colesterol esteja acima de 35 mg %.
A Tabela do Massachusetts General Hospital de Boston adota como níveis normais, para as diferentes idades, a tabela abaixo:
Colesterol total
Menos de 29 anos abaixo de 200 mg %
de 30 até 39 anos abaixo de 225 mg %
de 40 até 49 anos abaixo de 245 mg %
acima de 50 anos abaixo de 265 mg %
Para o HDL Colesterol dão como valores normais
Homens de 30 a 70 mg %
Mulheres de 30 a 90 mg %
Para o LDL Colesterol
homens e mulheres 50 a 190 mg %
Os riscos de doença cardiovascular relacionados aos índices dos níveis de Lipídios no sangue, formulados pela AAM Americana são:
Colesterol menor do que 200 mg % e HDL Colesterol maior do que 34 mg %.
Se não houver outros fatores de risco, a chance de doença cardiovascular é relativamente pequena. Essa pessoa deve repetir os exames a cada 5 anos e deverá seguir as recomendações para prevenir as doenças cardiovasculares.
Colesterol menor do que 200 mg % e HDL Colesterol maior do que 35 mg %.
Primeiro, deve verificar o LDL Colesterol e falar com o seu médico sobre qual a conduta a seguir. Segundo, controlar os outros fatores de risco e terceiro, aumentar a sua atividade física.
Colesterol entre 200 e 239 mg % e HDL Colesterol acima de 34 mg % e menos do que dois fatores de risco.
Essa situação pode duplicar as chances de ter doença cardiovascular. Os incluídos nesse grupo devem primeiro corrigir os outros fatores de risco; segundo, controlar o colesterol a cada dois anos e terceiro, basicamente, procurar modificar a sua dieta e aumentar sua atividade física. Nem todas as pessoas que têm esses níveis estão realmente ameaçadas de doença cardiovascular. Fale com o seu médico a respeito disso.
Colesterol total de 200 a 239 mg %, HDL Colesterol menor do que 35 mg % e mais do que dois fatores de risco.
Nesse caso a pessoa pode ter uma chance dobrada de doença cardiovascular assim como as pessoas com menos de 200 mg %. Deverá verificar o LDL Colesterol e falar com o seu médico, que o orientará sobre os controles e as medidas a seguir. Também deverá controlar os outros fatores de risco, corrigir a dieta e aumentar a atividade física.
Colesterol acima de 240 mg %.
O risco de doença cardiovascular é grande e maior ainda, se tiver outros fatores de risco. Deverá verificar o LDL Colesterol e mostrar ao seu médico que vai interpretar os exames. O seu médico irá orientá-lo para reduzir esse e os outros fatores de risco.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
VASCULITE
Vasculite
As vasculites podem acometer qualquer tipo de artéria ou veia e lesar desde grandes vasos como a artéria aorta, até vasos microscópicos com arteríolas dos olhos ou dos rins.
As causas ainda não estão totalmente esclarecidas, porém, as vasculites são em geral processos mediados por defeitos no sistema imune (DOENÇA AUTO-IMUNE).
As vasculites podem ocorrer secundariamente à algumas doenças como Lúpus e artrite reumatóide; Infecções como hepatite C, sífilis e AIDS; Ou como uma reação a certos de medicamentos.
Existem também as vasculites primárias, ou seja, aquelas que ocorrem sem uma causa aparente e sem estar associada a nenhuma outra doença.
As vasculites podem ser didaticamente dividas pelo tamanho dos vasos acometidos:
a) Vasculites de grandes vasos
- Arterite de Takayasu = É uma vasculite que acomete grandes artérias, principalmente aquelas mais próximas do coração como a artéria aorta e seus ramos.
- Arterite temporal (arterite de células gigantes) = Também acomete grandes artérias, principalmente a aorta e os vasos da face.
b) Vasculite de médios e pequenos vasos
É uma vasculite que acomete vasos de tamanho médio e pequeno, poupando a aorta. Podem ou não estar associada a outras doenças como lúpus, hepatite, esclerodermia e neoplasia.
As mais comuns são:
- Poliarterite nodosa
- Doença de Kawasaki
- Vasculite primária do sistema nervoso central
- Tromboaneíte obliterante (doença de Buerger)
c) Vasculite de vasos pequenos e microscópicos
É a vasculite que acomete os pequeníssimos vasos dentro dos órgãos. Também podem ser primárias ou secundárias.
As principais são:
- Vasculite de Churg-Strauss
- Púrpura de Henoch-Schönlein
- Granulomatose de Wegener
- Crioglobulinemia
- Doença de Behcet
- Poliangeíte microscópica
Sintomas da vasculite
O quadro clínico das vasculites dependem do tamanho dos vasos inflamados e de quais órgãos são acometidos.
Alguns sintomas inespecíficos são comuns a todas as vasculites, entre eles:
- Cansaço
- Mal estar
- Emagrecimento
- Dor abdominal
- Febre
- Dor nas articulações
- Perda do apetite
Outros sintomas são mais específicos. Abaixo pode-se ver a foto de uma vasculite acometendo os vasos das mãos, causando necrose dos dedos.
Algumas vasculites acometem vasos que irrigam orgãos internos. Abaixo podemos ver um infarto intestinal por obstrução dos vasos que irrigam os intestinos.
Muitas vasculites acometem vasos da pele, causando lesões que chamamos de púrpura. São sinais de sangramento no tecido subcutâneo.
As vasculites também acometem com frequência os vasos dos pulmões e dos rins. No primeiro costuma causar um quadro muito grave com hemorragia pulmonar e risco de insuficiência respiratória. Nos rins costumam estar associados a lesões dos glomérulos renais, causando glomerulonefrite e insuficiência renal aguda (
Outro sinal comum das vasculites é o acometimento dos nervos periféricos causando dores e perdas de sensibilidade nos membros.
As vasculites que atacam vasos de órgãos internos são muito graves e podem levar ao óbito se não forem diagnosticadas e tratadas a tempo.
Diagnóstico das vasculites
Através da história clínica e do exame físico é possível imaginar qual tipo de vasculite é mais provável. Identificar qual o tamanho de vaso acometido, ajuda a excluir alguns tipos de doença e orienta na solicitação de exames complementares.
Análises de sangue com pesquisa de marcadores de doença auto-imune como FAN, ANCA, crioglobulinemias, complemento etc... são muito úteis.
Radiografias de tórax para avaliação pulmonar e análises como a creatinina para avaliar a função renal também são necessários.
O exame mais importante é a biópsia. Pode ser da pele, do pulmão, do rim ou qualquer outro tecido ou órgão que apresente lesão.
Tratamento das vasculites
O tratamento da vasculite depende do tipo e da presença ou não de uma causa identificável.
As vasculites causadas por drogas e restritas a pele costumam ser auto-limitadas. A simples suspensão do medicamento costuma ser suficiente. Em casos mais agressivos pode se usar corticóides.
As vasculites sistêmicas, ou seja, aquelas que acometem órgãos internos, são quadros graves e devem ser tratados agressivamente. O tratamento costuma ser com drogas imunossupressoras como corticóides em doses elevadas, ciclofosfamida, azatiprina e metotrexate.
Em casos dramáticos pode-se lançar mão da plasmaferese.
As vasculites podem acometer qualquer tipo de artéria ou veia e lesar desde grandes vasos como a artéria aorta, até vasos microscópicos com arteríolas dos olhos ou dos rins.
As causas ainda não estão totalmente esclarecidas, porém, as vasculites são em geral processos mediados por defeitos no sistema imune (DOENÇA AUTO-IMUNE).
As vasculites podem ocorrer secundariamente à algumas doenças como Lúpus e artrite reumatóide; Infecções como hepatite C, sífilis e AIDS; Ou como uma reação a certos de medicamentos.
Existem também as vasculites primárias, ou seja, aquelas que ocorrem sem uma causa aparente e sem estar associada a nenhuma outra doença.
As vasculites podem ser didaticamente dividas pelo tamanho dos vasos acometidos:
a) Vasculites de grandes vasos
- Arterite de Takayasu = É uma vasculite que acomete grandes artérias, principalmente aquelas mais próximas do coração como a artéria aorta e seus ramos.
- Arterite temporal (arterite de células gigantes) = Também acomete grandes artérias, principalmente a aorta e os vasos da face.
b) Vasculite de médios e pequenos vasos
É uma vasculite que acomete vasos de tamanho médio e pequeno, poupando a aorta. Podem ou não estar associada a outras doenças como lúpus, hepatite, esclerodermia e neoplasia.
As mais comuns são:
- Poliarterite nodosa
- Doença de Kawasaki
- Vasculite primária do sistema nervoso central
- Tromboaneíte obliterante (doença de Buerger)
c) Vasculite de vasos pequenos e microscópicos
É a vasculite que acomete os pequeníssimos vasos dentro dos órgãos. Também podem ser primárias ou secundárias.
As principais são:
- Vasculite de Churg-Strauss
- Púrpura de Henoch-Schönlein
- Granulomatose de Wegener
- Crioglobulinemia
- Doença de Behcet
- Poliangeíte microscópica
Sintomas da vasculite
O quadro clínico das vasculites dependem do tamanho dos vasos inflamados e de quais órgãos são acometidos.
Alguns sintomas inespecíficos são comuns a todas as vasculites, entre eles:
- Cansaço
- Mal estar
- Emagrecimento
- Dor abdominal
- Febre
- Dor nas articulações
- Perda do apetite
Outros sintomas são mais específicos. Abaixo pode-se ver a foto de uma vasculite acometendo os vasos das mãos, causando necrose dos dedos.
Algumas vasculites acometem vasos que irrigam orgãos internos. Abaixo podemos ver um infarto intestinal por obstrução dos vasos que irrigam os intestinos.
Muitas vasculites acometem vasos da pele, causando lesões que chamamos de púrpura. São sinais de sangramento no tecido subcutâneo.
As vasculites também acometem com frequência os vasos dos pulmões e dos rins. No primeiro costuma causar um quadro muito grave com hemorragia pulmonar e risco de insuficiência respiratória. Nos rins costumam estar associados a lesões dos glomérulos renais, causando glomerulonefrite e insuficiência renal aguda (
Outro sinal comum das vasculites é o acometimento dos nervos periféricos causando dores e perdas de sensibilidade nos membros.
As vasculites que atacam vasos de órgãos internos são muito graves e podem levar ao óbito se não forem diagnosticadas e tratadas a tempo.
Diagnóstico das vasculites
Através da história clínica e do exame físico é possível imaginar qual tipo de vasculite é mais provável. Identificar qual o tamanho de vaso acometido, ajuda a excluir alguns tipos de doença e orienta na solicitação de exames complementares.
Análises de sangue com pesquisa de marcadores de doença auto-imune como FAN, ANCA, crioglobulinemias, complemento etc... são muito úteis.
Radiografias de tórax para avaliação pulmonar e análises como a creatinina para avaliar a função renal também são necessários.
O exame mais importante é a biópsia. Pode ser da pele, do pulmão, do rim ou qualquer outro tecido ou órgão que apresente lesão.
Tratamento das vasculites
O tratamento da vasculite depende do tipo e da presença ou não de uma causa identificável.
As vasculites causadas por drogas e restritas a pele costumam ser auto-limitadas. A simples suspensão do medicamento costuma ser suficiente. Em casos mais agressivos pode se usar corticóides.
As vasculites sistêmicas, ou seja, aquelas que acometem órgãos internos, são quadros graves e devem ser tratados agressivamente. O tratamento costuma ser com drogas imunossupressoras como corticóides em doses elevadas, ciclofosfamida, azatiprina e metotrexate.
Em casos dramáticos pode-se lançar mão da plasmaferese.
sábado, 17 de abril de 2010
SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO
Síndrome do Túnel do Carpo
Síndrome do túnel do carpo é o nome referido a uma doença que ocorre quando o nervo que passa na região do punho (nervo mediano) fica submetido a compressão, originando sintomas característicos que serão descritos adiante.
Representa doença muito comum entre mulheres na faixa de 35 a 60 anos; pode ocorrer com menor frequência fora dessas faixas de idade e também ocasionalmente em homens.
Os sintomas típicos são representados por dormência e formigamento nas mãos, principalmente nas extremidades dos dedos indicador, médio e anular; em quase 2/3 dos casos é bilateral. Caracteristicamente esses sintomas ocorrem durante a noite, fazendo com que as pessoas tenham que levantar, movimentar as mãos ou mesmo coloca-las em imersão de água quente; algumas vezes pode surgir dor em todo membro superior (mão, antebraço e braço); também são frequentes as sensações de choques em determinadas posições da mão como segurar um objeto com força, segurar volante do carro ou descascar frutas e legumes. Com muita frequência as pessoas imaginam que estão tendo "derrame" ou "problemas de circulação" procurando assistência médica especializada nessa área. Esses sintomas de dormência e formigamento podem melhorar e piorar ao longo de meses ou até anos, fazendo com que o diagnóstico preciso e correto seja retardado.
Na maioria dos casos essa compressão do nervo na região do punho ("nervo preso") deve-se a estreitamento no seu canal de passagem por inflamação crônica não específicados tendões que também passam por esse canal. Em outros casos com menor frequência podem exister doenças associadas comprimindo o nervo. É importante ressaltar que mulheres grávidas podem ter sintomas da doença ocasionados por edema ("inchaço") próprio da gravidez; na maioria dos casos os sintomas desaparecem após o parto podendo reaparecer muitos anos mais tarde. Algumas atividades profissionais que envolvem flexão contínua dos dedos (exemplo ordenha de leite) podem desencadear sintomas de compressão do nervo.
O diagnóstico da síndrome do túnel do carpo é baseado nos sintomas característicos e na comprovação da compressão do nervo por um exame chamado eletroneuromiografia; nesse exame os nervos do antebraço, punho e dedos são estimulados por choques de pequena intensidade sendo o resultado medido na tela do aparelho.
O tratamento para os casos de compressão leve (critério baseado no exame eletroneuromiográfico) pode ser inicialmente feito imobilizando-se o punho por "splints"; jamais o punho deve ser enfaixado pois pode piorar a compressão; também deve ser evitada qualquer medida fisioterápica nessa fase. Os "splints" são pequenas talas de material duro porém flexível que são colocados desde a mão até o antebraço e fixados com velcro, podendo ser facilmente retirados e colocados. Os remédios ou infiltrações no local podem ser utilizados, porém são sempre paliativos ou seja não resolvem o problema definitivamente.
Nos casos em que o tratamento por imobilização falha ou naqueles nos quais o exame eletroneuromiográfico revela compressão mais grave do nervo devem ser submetidos à cirurgia. O objetivo da cirurgia é abrir o canal por onde o nervo passa, resolvendo o problema definitivamente na maioria dos casos. Quando o nervo fica comprimido muito tempo pode haver atrofia definitiva ("nervo atrofiado ou seco") com pouca recuperação mesmo após a cirurgia.
Síndrome do túnel do carpo é o nome referido a uma doença que ocorre quando o nervo que passa na região do punho (nervo mediano) fica submetido a compressão, originando sintomas característicos que serão descritos adiante.
Representa doença muito comum entre mulheres na faixa de 35 a 60 anos; pode ocorrer com menor frequência fora dessas faixas de idade e também ocasionalmente em homens.
Os sintomas típicos são representados por dormência e formigamento nas mãos, principalmente nas extremidades dos dedos indicador, médio e anular; em quase 2/3 dos casos é bilateral. Caracteristicamente esses sintomas ocorrem durante a noite, fazendo com que as pessoas tenham que levantar, movimentar as mãos ou mesmo coloca-las em imersão de água quente; algumas vezes pode surgir dor em todo membro superior (mão, antebraço e braço); também são frequentes as sensações de choques em determinadas posições da mão como segurar um objeto com força, segurar volante do carro ou descascar frutas e legumes. Com muita frequência as pessoas imaginam que estão tendo "derrame" ou "problemas de circulação" procurando assistência médica especializada nessa área. Esses sintomas de dormência e formigamento podem melhorar e piorar ao longo de meses ou até anos, fazendo com que o diagnóstico preciso e correto seja retardado.
Na maioria dos casos essa compressão do nervo na região do punho ("nervo preso") deve-se a estreitamento no seu canal de passagem por inflamação crônica não específicados tendões que também passam por esse canal. Em outros casos com menor frequência podem exister doenças associadas comprimindo o nervo. É importante ressaltar que mulheres grávidas podem ter sintomas da doença ocasionados por edema ("inchaço") próprio da gravidez; na maioria dos casos os sintomas desaparecem após o parto podendo reaparecer muitos anos mais tarde. Algumas atividades profissionais que envolvem flexão contínua dos dedos (exemplo ordenha de leite) podem desencadear sintomas de compressão do nervo.
O diagnóstico da síndrome do túnel do carpo é baseado nos sintomas característicos e na comprovação da compressão do nervo por um exame chamado eletroneuromiografia; nesse exame os nervos do antebraço, punho e dedos são estimulados por choques de pequena intensidade sendo o resultado medido na tela do aparelho.
O tratamento para os casos de compressão leve (critério baseado no exame eletroneuromiográfico) pode ser inicialmente feito imobilizando-se o punho por "splints"; jamais o punho deve ser enfaixado pois pode piorar a compressão; também deve ser evitada qualquer medida fisioterápica nessa fase. Os "splints" são pequenas talas de material duro porém flexível que são colocados desde a mão até o antebraço e fixados com velcro, podendo ser facilmente retirados e colocados. Os remédios ou infiltrações no local podem ser utilizados, porém são sempre paliativos ou seja não resolvem o problema definitivamente.
Nos casos em que o tratamento por imobilização falha ou naqueles nos quais o exame eletroneuromiográfico revela compressão mais grave do nervo devem ser submetidos à cirurgia. O objetivo da cirurgia é abrir o canal por onde o nervo passa, resolvendo o problema definitivamente na maioria dos casos. Quando o nervo fica comprimido muito tempo pode haver atrofia definitiva ("nervo atrofiado ou seco") com pouca recuperação mesmo após a cirurgia.
sábado, 10 de abril de 2010
36 MIL POSTOS DE VACINAÇÃO ABERTOS EM TODO O BRASIL, HOJE, SÁBADO, 10 DE ABRIL DE 2010
Com o objetivo de reforçar a importância da vacinação contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, o Ministério da Saúde promove neste sábado o "Dia Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1".
Por meio dessa ação, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, todos os 36 mil postos de vacinação do País deverão estar abertos. Devem ser imunizados doentes crônicos com menos de 60 anos, grávidas, crianças de seis meses a menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos.
"É uma iniciativa importante, pois as pessoas costumam ter mais tempo livre no fim de semana. Estamos seguros de que todos os brasileiros, mesmo os que não vão tomar a vacina, estarão empenhados nesse grande esforço para proteger a saúde das pessoas mais vulneráveis à nova gripe", disse o ministro da pasta, José Gomes Temporão.
Prorrogação
Com previsão para terminar no último dia 22, a vacinação de grávidas, crianças e doentes crônicos foi prorrogada até o dia 23 deste mês. O público-alvo, considerando esses três grupos, é de 20,4 milhões de pessoas. Mulheres que engravidarem após o fim da terceira etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é preciso apresentar atestado médico para comprovar a gravidez.
O ministério diz que os pais devem levar o cartão de vacinação das crianças - bebês de seis meses a menores de dois anos. Elas vão receber dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Assim como no caso das grávidas, se a criança completar seis meses depois de 23 de abril, poderá ser vacinada nas etapas seguintes.
Também devem procurar os postos de vacinação pessoas com 60 anos que têm problemas crônicos de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer e os chamados grandes obesos (crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25; criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35; e adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos com IMC maior de 40).
Idosos
Pessoas idosas com doenças crônicas devem aguardar, pois haverá um "dia D" exclusivo a elas: será de 24 de abril a 7 de maio, quando começa a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra a gripe comum. Dessa forma, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez. A quinta e última etapa de imunização, para adultos de 30 a 39 anos, será de 10 a 21 de maio.
Com o objetivo de reforçar a importância da vacinação contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, o Ministério da Saúde promove neste sábado o "Dia Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1".
Por meio dessa ação, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, todos os 36 mil postos de vacinação do País deverão estar abertos. Devem ser imunizados doentes crônicos com menos de 60 anos, grávidas, crianças de seis meses a menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos.
"É uma iniciativa importante, pois as pessoas costumam ter mais tempo livre no fim de semana. Estamos seguros de que todos os brasileiros, mesmo os que não vão tomar a vacina, estarão empenhados nesse grande esforço para proteger a saúde das pessoas mais vulneráveis à nova gripe", disse o ministro da pasta, José Gomes Temporão.
Prorrogação
Com previsão para terminar no último dia 22, a vacinação de grávidas, crianças e doentes crônicos foi prorrogada até o dia 23 deste mês. O público-alvo, considerando esses três grupos, é de 20,4 milhões de pessoas. Mulheres que engravidarem após o fim da terceira etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é preciso apresentar atestado médico para comprovar a gravidez.
O ministério diz que os pais devem levar o cartão de vacinação das crianças - bebês de seis meses a menores de dois anos. Elas vão receber dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Assim como no caso das grávidas, se a criança completar seis meses depois de 23 de abril, poderá ser vacinada nas etapas seguintes.
Também devem procurar os postos de vacinação pessoas com 60 anos que têm problemas crônicos de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer e os chamados grandes obesos (crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25; criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35; e adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos com IMC maior de 40).
Idosos
Pessoas idosas com doenças crônicas devem aguardar, pois haverá um "dia D" exclusivo a elas: será de 24 de abril a 7 de maio, quando começa a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra a gripe comum. Dessa forma, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez. A quinta e última etapa de imunização, para adultos de 30 a 39 anos, será de 10 a 21 de maio.
quinta-feira, 11 de março de 2010
GRIPE INFLUENZA - H1N1
GRIPE INFLUENZA A H1N1
Sinônimos: gripe do porco; gripe A
O que é?
É uma doença causada por uma das mutações (geralmente H1N1) do vírus Influenza A. É uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, com morbidade alta, contudo, com mortalidade baixa (1-4% segundo dados da OMS) até agora. A maioria dos casos, por enquanto, ocorreram no México, mas, vários casos estão ocorrendo ao redor do mundo. Já nos porcos, a doença é considerada endêmica nos Estados Unidos, e surtos ocorreram na America do Norte e do Sul, Europa, África e partes do leste da Ásia.
Como ocorre?
O vírus se dissemina entre os porcos por aerosol da secreção respiratória destes pelo contato direto ou indireto. Eles podem ser infectados por vírus Influenza das aves, de humanos bem como de Influenza suíno. Os porcos podem ser infectados ao mesmo tempo por mais de um tipo de vírus, o que permite que estes se misturem. A infecção em humanos por Influenza suíno pode ocorrer em casos isolados ou surtos. Esta doença pode surgir após contato da pessoa sadia com porco infectado ou de pessoa sadia com pessoa infectada. No entanto, neste momento não há qualquer confirmacão de transmissão entre porcos e humanos. Assim, como na gripe comum, o contágio entre as pessoas se dá através de gotículas de saliva ao falar, espirrar ou tossir.
O que se sente?
Os sintomas lembram os sintomas da gripe. O individuo afetado pode ter inicio abrupto de febre alta associado à tosse, dores musculares e nas articulacões ("juntas"), dor de cabeça, coriza, garganta inflamada, calafrios e, às vezes, vômitos e diarreia. A doença pode evoluir para falta de ar e insuficiência respiratória.
Como se evita?
Estes casos de gripe suína podem ocorrer em qualquer época do ano. Contudo, tem incidência maior no outono-inverno nas zonas temperadas do globo. Muitos países vacinam rotineiramente as populacões suínas contra este vírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) esta provideciando vacinação para a poplação.
Neste mês de março de 2010 teremos vacinas, aqui no Rio de Janeiro, obrigatoria para todos, inclusive portadores de doenças crônicas.
Não há problemas em ingerir carne de porco ou produtos derivados dela (salame, por exemplo). Para as pessoas que lidam diariamente com porcos, recomenda-se a prática de uma boa higiene, essencial sempre em todo contato com animais, especialmente durante abate, pós-abate e manuseio para prevenir exposição a estes agentes de doença. Animais doentes ou que tenham morrido de doença não devem ser processados nos abatedouros, e as autoridades competentes devem ser informadas sobre quaisquer eventos relevantes.
Para protecão pessoal devem ser utilizadas algumas medidas preventivas:
- evitar contato íntimo com pessoas que não estejam bem e que tenham febre ou tosse;
- lavar as mãos com água e sabão frequentemente e quando necessário;
- manter hábitos saudáveis como se alimentar corretamente, realizar atividades fisicas e manter sono adequado.
Se houver uma pessoa doente na mesma casa:
- deixar um aposento separado para o doente. Se isso não for possível, este deve manter-se a uma distância de 1 metro pelo menos dos outros;
- deve-se cobrir boca e nariz ao entrar em contato com o doente. Máscaras podem ser usadas com esta finalidade e depois dispensadas;
- lavagem de mãos após contato com o doente;
- não compartilhar utensilios como copos, toalhas, alimentos ou objeto de uso pessoal;
- deixar o local onde o doente está bem arejado. Deixar portas e janelas abertas para circular o ar;
- manter os utensílios domésticos limpos;
- O doente deverá também cobrir a boca e nariz com lenço ao tossir e espirrar. A lavagem de mãos deve frequente e, principalmente, após tossir ou espirrar será importante para prevenir o contágio de outras pessoas. Por essa mesma razão, durante a doença, recomende familiares e amigos para que não visite o doente.
As pessoas devem se manter atualizadas sobre o problema através de boletins da OMS.
Como se trata?
A maioria dos casos de gripe suína se recuperam completamente da doença sem a necessidade de suporte hospitalar ou de antivirais. Alguns casos ocorridos nos Estados Unidos de gripe suína em humanos foram sensíveis ao uso de oseltamivir e zanamivir, mas, resistentes à amantadina e remantadina. Ou seja, estes últimos não foram eficazes. Entretanto, ainda não existem informações suficientes que recomendem o uso rotineiro de antivirais nos casos de gripe suína. Há relatos de depósitos destes antivirais pelo governo em caso de necessidade e vários laboratórios da Europa e da America do Norte têm permissão para produção de tais medicações. Existem relatos de sucesso usando oseltamivir em tempo hábil (dentro de 48h após início dos sintomas) mesmo em casos graves. O doente deverá ficar em casa, afastado do trabalho ou escola e evitar locais com acúmulo de pessoas durante a doença. Repouso e manter boa hidratacão também será importante durante sua recuperação.
Como o médico faz o diagnóstico?
A suspeita é feita naquelas pessoas com quadro de sinais e sintomas compatíveis. Nestes casos deverão serão coletados um aspirado nasofaríngeo através de kit específico disponíveis em locais que atendam casos suspeitos
Sinônimos: gripe do porco; gripe A
O que é?
É uma doença causada por uma das mutações (geralmente H1N1) do vírus Influenza A. É uma doença respiratória aguda altamente contagiosa, com morbidade alta, contudo, com mortalidade baixa (1-4% segundo dados da OMS) até agora. A maioria dos casos, por enquanto, ocorreram no México, mas, vários casos estão ocorrendo ao redor do mundo. Já nos porcos, a doença é considerada endêmica nos Estados Unidos, e surtos ocorreram na America do Norte e do Sul, Europa, África e partes do leste da Ásia.
Como ocorre?
O vírus se dissemina entre os porcos por aerosol da secreção respiratória destes pelo contato direto ou indireto. Eles podem ser infectados por vírus Influenza das aves, de humanos bem como de Influenza suíno. Os porcos podem ser infectados ao mesmo tempo por mais de um tipo de vírus, o que permite que estes se misturem. A infecção em humanos por Influenza suíno pode ocorrer em casos isolados ou surtos. Esta doença pode surgir após contato da pessoa sadia com porco infectado ou de pessoa sadia com pessoa infectada. No entanto, neste momento não há qualquer confirmacão de transmissão entre porcos e humanos. Assim, como na gripe comum, o contágio entre as pessoas se dá através de gotículas de saliva ao falar, espirrar ou tossir.
O que se sente?
Os sintomas lembram os sintomas da gripe. O individuo afetado pode ter inicio abrupto de febre alta associado à tosse, dores musculares e nas articulacões ("juntas"), dor de cabeça, coriza, garganta inflamada, calafrios e, às vezes, vômitos e diarreia. A doença pode evoluir para falta de ar e insuficiência respiratória.
Como se evita?
Estes casos de gripe suína podem ocorrer em qualquer época do ano. Contudo, tem incidência maior no outono-inverno nas zonas temperadas do globo. Muitos países vacinam rotineiramente as populacões suínas contra este vírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) esta provideciando vacinação para a poplação.
Neste mês de março de 2010 teremos vacinas, aqui no Rio de Janeiro, obrigatoria para todos, inclusive portadores de doenças crônicas.
Não há problemas em ingerir carne de porco ou produtos derivados dela (salame, por exemplo). Para as pessoas que lidam diariamente com porcos, recomenda-se a prática de uma boa higiene, essencial sempre em todo contato com animais, especialmente durante abate, pós-abate e manuseio para prevenir exposição a estes agentes de doença. Animais doentes ou que tenham morrido de doença não devem ser processados nos abatedouros, e as autoridades competentes devem ser informadas sobre quaisquer eventos relevantes.
Para protecão pessoal devem ser utilizadas algumas medidas preventivas:
- evitar contato íntimo com pessoas que não estejam bem e que tenham febre ou tosse;
- lavar as mãos com água e sabão frequentemente e quando necessário;
- manter hábitos saudáveis como se alimentar corretamente, realizar atividades fisicas e manter sono adequado.
Se houver uma pessoa doente na mesma casa:
- deixar um aposento separado para o doente. Se isso não for possível, este deve manter-se a uma distância de 1 metro pelo menos dos outros;
- deve-se cobrir boca e nariz ao entrar em contato com o doente. Máscaras podem ser usadas com esta finalidade e depois dispensadas;
- lavagem de mãos após contato com o doente;
- não compartilhar utensilios como copos, toalhas, alimentos ou objeto de uso pessoal;
- deixar o local onde o doente está bem arejado. Deixar portas e janelas abertas para circular o ar;
- manter os utensílios domésticos limpos;
- O doente deverá também cobrir a boca e nariz com lenço ao tossir e espirrar. A lavagem de mãos deve frequente e, principalmente, após tossir ou espirrar será importante para prevenir o contágio de outras pessoas. Por essa mesma razão, durante a doença, recomende familiares e amigos para que não visite o doente.
As pessoas devem se manter atualizadas sobre o problema através de boletins da OMS.
Como se trata?
A maioria dos casos de gripe suína se recuperam completamente da doença sem a necessidade de suporte hospitalar ou de antivirais. Alguns casos ocorridos nos Estados Unidos de gripe suína em humanos foram sensíveis ao uso de oseltamivir e zanamivir, mas, resistentes à amantadina e remantadina. Ou seja, estes últimos não foram eficazes. Entretanto, ainda não existem informações suficientes que recomendem o uso rotineiro de antivirais nos casos de gripe suína. Há relatos de depósitos destes antivirais pelo governo em caso de necessidade e vários laboratórios da Europa e da America do Norte têm permissão para produção de tais medicações. Existem relatos de sucesso usando oseltamivir em tempo hábil (dentro de 48h após início dos sintomas) mesmo em casos graves. O doente deverá ficar em casa, afastado do trabalho ou escola e evitar locais com acúmulo de pessoas durante a doença. Repouso e manter boa hidratacão também será importante durante sua recuperação.
Como o médico faz o diagnóstico?
A suspeita é feita naquelas pessoas com quadro de sinais e sintomas compatíveis. Nestes casos deverão serão coletados um aspirado nasofaríngeo através de kit específico disponíveis em locais que atendam casos suspeitos
domingo, 7 de março de 2010
DOENÇAS REUMÁTICAS NA INFÂNCIA
Reumatologia Pediátrica
(Doenças Reumáticas na Infância)
A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas" são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior, algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente. A disciplina clínica que inclui o estudo das desordens inflamatórias e não inflamatórias na criança é a Reumatologia Pediátrica.
As raízes desta especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a experiência com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou várias particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma abordagem pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na Inglaterra, logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida pelo mundo inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas sem respostas.
Sabe-se que o paciente infantil responde de maneira diferente às drogas, está mais propenso a certas complicações e que precisa de apoio psicológico e cuidados de reabilitação especiais, necessitando de uma equipe familiarizada com essas particularidades e treinada para melhor atender essas demandas.
Várias doenças reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a artrite crônica da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a dermatopolimiosite e as espondiloartropatias, que são doenças de caráter crônico, provocadas por distúrbios no sistema de defesa do organismo, ou sistema auto-imune. Esses casos precisam de avaliação do especialista e tem potencial para deixar seqüelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas , possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Outros reumatismos desse tipo que também podem acometer a criança são as vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.
A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .
Infecções também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o número de crianças afetadas por esse mal.
Com maior freqüência, manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o aparelho músculo esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores do crescimento e também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de má postura, muito comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A atuação do médico nessa fase como educador postural e estimulador da prática de exercícios físicos tem papel fundamental na prevenção de doenças músculo-esqueléticas da fase adulta.
No tratamento da criança com doença reumática a abordagem também é multidisciplinar. Os tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e terapia física, mas muitas vezes é preciso a realização de cirurgia para correção de seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de cada área. Os componentes dessa equipe são:
- o paciente e sua família
- a escola
- o ortopedista pediátrico
- o oftalmologista
- o fisioterapeuta
- o terapeuta ocupacional
- a nutricionista
- o psiquiatra ou psicólogo e
coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico
Faz-se fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma vida plena para a criança.
Sinais de Alerta Gerais
Como dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos sintomas ou sinais, que podem ser:
- Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente
- Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local
- Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores
- Presença de febre por mais de três semanas
- Presença de perda de peso e atraso no crescimento
- Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança
- Presença de fraqueza muscular
- Presença de depressão
- Presença de queixas visuais
- Presença de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer escadas
Na presença dessas queixas, recomenda-se visitar o pediatra o mais rápido possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar medicamentos por conta própria ou "simpatias" e remédios caseiros. Nessa oportunidade, será avaliada a necessidade de acompanhamento especializado, conforme a situação.
(Doenças Reumáticas na Infância)
A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas" são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior, algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente. A disciplina clínica que inclui o estudo das desordens inflamatórias e não inflamatórias na criança é a Reumatologia Pediátrica.
As raízes desta especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a experiência com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou várias particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma abordagem pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na Inglaterra, logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida pelo mundo inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas sem respostas.
Sabe-se que o paciente infantil responde de maneira diferente às drogas, está mais propenso a certas complicações e que precisa de apoio psicológico e cuidados de reabilitação especiais, necessitando de uma equipe familiarizada com essas particularidades e treinada para melhor atender essas demandas.
Várias doenças reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a artrite crônica da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a dermatopolimiosite e as espondiloartropatias, que são doenças de caráter crônico, provocadas por distúrbios no sistema de defesa do organismo, ou sistema auto-imune. Esses casos precisam de avaliação do especialista e tem potencial para deixar seqüelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas , possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Outros reumatismos desse tipo que também podem acometer a criança são as vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.
A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .
Infecções também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o número de crianças afetadas por esse mal.
Com maior freqüência, manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o aparelho músculo esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores do crescimento e também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de má postura, muito comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A atuação do médico nessa fase como educador postural e estimulador da prática de exercícios físicos tem papel fundamental na prevenção de doenças músculo-esqueléticas da fase adulta.
No tratamento da criança com doença reumática a abordagem também é multidisciplinar. Os tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e terapia física, mas muitas vezes é preciso a realização de cirurgia para correção de seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de cada área. Os componentes dessa equipe são:
- o paciente e sua família
- a escola
- o ortopedista pediátrico
- o oftalmologista
- o fisioterapeuta
- o terapeuta ocupacional
- a nutricionista
- o psiquiatra ou psicólogo e
coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico
Faz-se fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma vida plena para a criança.
Sinais de Alerta Gerais
Como dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos sintomas ou sinais, que podem ser:
- Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente
- Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local
- Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores
- Presença de febre por mais de três semanas
- Presença de perda de peso e atraso no crescimento
- Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança
- Presença de fraqueza muscular
- Presença de depressão
- Presença de queixas visuais
- Presença de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer escadas
Na presença dessas queixas, recomenda-se visitar o pediatra o mais rápido possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar medicamentos por conta própria ou "simpatias" e remédios caseiros. Nessa oportunidade, será avaliada a necessidade de acompanhamento especializado, conforme a situação.
quarta-feira, 3 de março de 2010
PRESSÃO BAIXA
PRESSÃO BAIXA
Sinônimos: Hipotensão arterial, Choque, Hipotensão postural
O que é?
Pressão arterial baixa pode significar ou não uma doença, um sinal indicativo de uma doença de maior ou menor gravidade. Nos casos de doenças mais graves, a queda da pressão é uma das manifestações de enfermidades que costumam estar acompanhadas de outros sinais e sintomas que dominam o quadro clínico.
Podemos dizer que a grande maioria das pessoas que se queixa, atribuindo seus sintomas à queda da pressão arterial, são pessoas sadias, que não estão doentes, pelo menos fisicamente. Quem pode dizer se a pessoa apresenta alguma doença que provoca a baixa da pressão é o médico.
Ter a pressão arterial baixa é uma das queixas mais freqüentes e, na grande maioria dos casos, é um sinal de boa saúde. Os médicos afirmam isso por saberem que os portadores de pressão arterial baixa costumam ser saudáveis e que, provavelmente, terão vida longa.
Níveis
Em se tratando de pessoas adultas, considera-se como pressão arterial baixa, quando os níveis da máxima estão abaixo de 90 mm Hg (ou 9 cm de Hg). Existem pessoas sadias que apresentam níveis até mais baixos e que, nem por isso, apresentam sintomas. Por sua vez, há pessoas com uma pressão arterial habitualmente alta que, quando apresentam algum problema de saúde, esta pressão poderá cair para níveis inferiores aos que estão habituados. Por exemplo: alguém que apresente uma pressão arterial máxima de 110 mm, quando o seu habitual é de 180 m HG Hg, poderá sentir, nesta situação, manifestações decorrentes da queda dos níveis de pressão habituais. Nestes casos, um médico deverá avaliar e orientar o tratamento.
Quando devemos nos preocupar?
Em algumas situações de doenças mais graves, podem ocorrer quedas de pressão significativas que provocam manifestações, inclusive a morte.
A situação de pressão baixa mais grave é denominada de choque, que acontece quando a pressão do sangue nas artérias é insuficiente para manter a irrigação dos tecidos. É o que pode acontecer em:
- hemorragias externas profusas (abundantes)
- reações alérgicas a medicamentos
- picadas de insetos
- envenenamentos
- traumatismos
- desidratação
- sangramentos internos
- queimaduras extensas e profundas
- intoxicações severas
- doenças da glândula supra-renal
- algumas doenças do coração, agudas ou crônicas
- moléstias agudas dos pulmões, tanto dos seus vasos quanto em infecções severas
São situações clínicas graves e alarmantes, acompanhadas de outros sintomas, tais como: dores, suores abundantes, aceleração dos batimentos cardíacos, perdas de consciência, parada do funcionamento dos rins, etc.
Nestas doenças, os sintomas dominantes são as manifestações decorrentes destas enfermidades, e a pressão baixa é um achado do exame clínico que ajuda o médico a fazer o diagnóstico. Estes pacientes, de um modo geral, nem se dão conta de que sua pressão arterial caiu.
Tais situações clínicas costumam exigir atendimento médico de urgência, podendo a sua protelação até ser fatal! Situações Crônicas
Além das doenças mais agudas já citadas, outras enfermidades, ditas crônicas e consideradas como debilitantes, podem provocar diminuição dos níveis de pressão arterial. Os sintomas causados por estas enfermidades também dominam o quadro clínico e a diminuição da pressão é somente mais uma das manifestações do quadro clínico da doença principal.
A grande maioria dos casos de diminuição da pressão arterial não tem maior significado clínico, embora possam ser desagradáveis para os acometidos e apresentem algumas conseqüências, de uma maneira geral, menos graves.
Outras Causas para a Queda de Pressão
Uma das causas mais freqüentes de diminuição da pressão arterial é denominada de hipotensão postural, que acontece quando as pessoas, ao mudarem subitamente a posição do corpo, sentem tonturas ou a visão turva, sensação que passa em alguns segundos. É o que ocorre quando alguém, depois de estar durante muito tempo agachado, ao levantar-se subitamente, sente-te tonto e a visão embaralhada, chegando a oscilar o corpo ou mesmo a cair. Todavia, isso nem sempre significa doença, e acontece principalmente em pessoas não condicionadas fisicamente.
Pessoas desidratadas, como as que recebem altas doses de diuréticos, também podem apresentar quedas de pressão ao mudarem subitamente de uma posição para outra.
As baixas de pressão arterial são também uma manifestação freqüente em pessoas convalescendo de doenças ou que permaneceram por muitos dias acamadas. Nestes casos, a freqüência cardíaca costuma subir de 15 ou mais batimentos por minuto devido à diminuição da pressão arterial.
Pessoas que recebem certos medicamentos para baixar a pressão arterial, ou portadores de doenças neurológicas, endócrinas, como diabete,também podem apresentar queda de pressão, ao passarem da posição deitada, ou sentada, para ficarem de pé. Nestas situações, a queda de pressão provoca nenhuma ou apenas uma discreta elevação da freqüência dos batimentos do coração.
Observação Importante
A grande maioria das pessoas que afirma ou acredita ter a pressão baixa costuma fazê-lo por se sentir cansada, adinâmica, sem vontade para agir, sonolenta, foge do trabalho, tem constantemente desejos de deitar, sem vontade de fazer sexo, e acorda mais cansada do que estava à noite ao ir dormir; além disso, diz sentir muito frio.
Estas manifestações são mais provavelmente sintomas de depressão.
Pode acontecer dos pacientes atribuirem estes sintomas à pressão baixa por terem entendido mal as informações do médico que, ao falar em manifestações sugestivas "de depressão", seja interpretado como tendo se referido à manifestações decorrentes "da pressão". Depressão e queda de pressão são coisas diferentes, nem sempre bem explicadas aos que consultam por estes sintomas. Pessoas que apresentam sintomas depressivos, assim como as que têm quedas de pressão transitórias, provocadas por mudanças de posição corporal, costumam melhorar de seus sintomas ao fazerem exercícios físicos regularmente. Isto acontece, em primeiro lugar, por liberarem as endorfinas com a atividade física, desse modo, abafando as sensações depressivas. Em segundo lugar, por condicionarem o corpo e, por isso, podem obter mais rápida acomodação da pressão arterial e distribuição do sangue quando houver mudança da posição corporal.
Sinônimos: Hipotensão arterial, Choque, Hipotensão postural
O que é?
Pressão arterial baixa pode significar ou não uma doença, um sinal indicativo de uma doença de maior ou menor gravidade. Nos casos de doenças mais graves, a queda da pressão é uma das manifestações de enfermidades que costumam estar acompanhadas de outros sinais e sintomas que dominam o quadro clínico.
Podemos dizer que a grande maioria das pessoas que se queixa, atribuindo seus sintomas à queda da pressão arterial, são pessoas sadias, que não estão doentes, pelo menos fisicamente. Quem pode dizer se a pessoa apresenta alguma doença que provoca a baixa da pressão é o médico.
Ter a pressão arterial baixa é uma das queixas mais freqüentes e, na grande maioria dos casos, é um sinal de boa saúde. Os médicos afirmam isso por saberem que os portadores de pressão arterial baixa costumam ser saudáveis e que, provavelmente, terão vida longa.
Níveis
Em se tratando de pessoas adultas, considera-se como pressão arterial baixa, quando os níveis da máxima estão abaixo de 90 mm Hg (ou 9 cm de Hg). Existem pessoas sadias que apresentam níveis até mais baixos e que, nem por isso, apresentam sintomas. Por sua vez, há pessoas com uma pressão arterial habitualmente alta que, quando apresentam algum problema de saúde, esta pressão poderá cair para níveis inferiores aos que estão habituados. Por exemplo: alguém que apresente uma pressão arterial máxima de 110 mm, quando o seu habitual é de 180 m HG Hg, poderá sentir, nesta situação, manifestações decorrentes da queda dos níveis de pressão habituais. Nestes casos, um médico deverá avaliar e orientar o tratamento.
Quando devemos nos preocupar?
Em algumas situações de doenças mais graves, podem ocorrer quedas de pressão significativas que provocam manifestações, inclusive a morte.
A situação de pressão baixa mais grave é denominada de choque, que acontece quando a pressão do sangue nas artérias é insuficiente para manter a irrigação dos tecidos. É o que pode acontecer em:
- hemorragias externas profusas (abundantes)
- reações alérgicas a medicamentos
- picadas de insetos
- envenenamentos
- traumatismos
- desidratação
- sangramentos internos
- queimaduras extensas e profundas
- intoxicações severas
- doenças da glândula supra-renal
- algumas doenças do coração, agudas ou crônicas
- moléstias agudas dos pulmões, tanto dos seus vasos quanto em infecções severas
São situações clínicas graves e alarmantes, acompanhadas de outros sintomas, tais como: dores, suores abundantes, aceleração dos batimentos cardíacos, perdas de consciência, parada do funcionamento dos rins, etc.
Nestas doenças, os sintomas dominantes são as manifestações decorrentes destas enfermidades, e a pressão baixa é um achado do exame clínico que ajuda o médico a fazer o diagnóstico. Estes pacientes, de um modo geral, nem se dão conta de que sua pressão arterial caiu.
Tais situações clínicas costumam exigir atendimento médico de urgência, podendo a sua protelação até ser fatal! Situações Crônicas
Além das doenças mais agudas já citadas, outras enfermidades, ditas crônicas e consideradas como debilitantes, podem provocar diminuição dos níveis de pressão arterial. Os sintomas causados por estas enfermidades também dominam o quadro clínico e a diminuição da pressão é somente mais uma das manifestações do quadro clínico da doença principal.
A grande maioria dos casos de diminuição da pressão arterial não tem maior significado clínico, embora possam ser desagradáveis para os acometidos e apresentem algumas conseqüências, de uma maneira geral, menos graves.
Outras Causas para a Queda de Pressão
Uma das causas mais freqüentes de diminuição da pressão arterial é denominada de hipotensão postural, que acontece quando as pessoas, ao mudarem subitamente a posição do corpo, sentem tonturas ou a visão turva, sensação que passa em alguns segundos. É o que ocorre quando alguém, depois de estar durante muito tempo agachado, ao levantar-se subitamente, sente-te tonto e a visão embaralhada, chegando a oscilar o corpo ou mesmo a cair. Todavia, isso nem sempre significa doença, e acontece principalmente em pessoas não condicionadas fisicamente.
Pessoas desidratadas, como as que recebem altas doses de diuréticos, também podem apresentar quedas de pressão ao mudarem subitamente de uma posição para outra.
As baixas de pressão arterial são também uma manifestação freqüente em pessoas convalescendo de doenças ou que permaneceram por muitos dias acamadas. Nestes casos, a freqüência cardíaca costuma subir de 15 ou mais batimentos por minuto devido à diminuição da pressão arterial.
Pessoas que recebem certos medicamentos para baixar a pressão arterial, ou portadores de doenças neurológicas, endócrinas, como diabete,também podem apresentar queda de pressão, ao passarem da posição deitada, ou sentada, para ficarem de pé. Nestas situações, a queda de pressão provoca nenhuma ou apenas uma discreta elevação da freqüência dos batimentos do coração.
Observação Importante
A grande maioria das pessoas que afirma ou acredita ter a pressão baixa costuma fazê-lo por se sentir cansada, adinâmica, sem vontade para agir, sonolenta, foge do trabalho, tem constantemente desejos de deitar, sem vontade de fazer sexo, e acorda mais cansada do que estava à noite ao ir dormir; além disso, diz sentir muito frio.
Estas manifestações são mais provavelmente sintomas de depressão.
Pode acontecer dos pacientes atribuirem estes sintomas à pressão baixa por terem entendido mal as informações do médico que, ao falar em manifestações sugestivas "de depressão", seja interpretado como tendo se referido à manifestações decorrentes "da pressão". Depressão e queda de pressão são coisas diferentes, nem sempre bem explicadas aos que consultam por estes sintomas. Pessoas que apresentam sintomas depressivos, assim como as que têm quedas de pressão transitórias, provocadas por mudanças de posição corporal, costumam melhorar de seus sintomas ao fazerem exercícios físicos regularmente. Isto acontece, em primeiro lugar, por liberarem as endorfinas com a atividade física, desse modo, abafando as sensações depressivas. Em segundo lugar, por condicionarem o corpo e, por isso, podem obter mais rápida acomodação da pressão arterial e distribuição do sangue quando houver mudança da posição corporal.
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